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Mesmo com todas as denúncias sobre suas atividades ilegais, empresas como a Vale e a Odebrecht conseguem blindar suas imagens gastando milhões em patrocínios culturais, além de propagandas em jornais, TVs e revistas.

Nessa relação desigual, os que sofrem a violência das atividades das companhias acabam sendo ainda mais marginalizados, sem espaço na imprensa para serem ouvidos. No máximo, viram notas em páginas perdidas para justificar uma suposta imparcialidade.

Os acordos entre as redações e as grandes empresas precisa ser debatido, pois até mesmo a Conferência Global de Jornalismo Investigativo, que acontece no Rio de Janeiro até terça-feira (15/10), conta com patrocínio da Vale e da Odebrecht.

É papel do jornalismo, especialmente do investigativo, ter o olhar crítico sobre essa situação, porque o descontentamento popular está longe de ser representado de forma clara e honesta na imprensa.

Essa análise deturpada das relações políticas e empresariais é ruim para os jornalistas e para a própria sociedade. 

Veja os panfletos que foram distribuídos durante a conferência:

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Panfleto_VALE_CGJI_ING02_Page_1

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