A mineradora e a alemã Tüv Süd foram denunciadas por crimes ambientais, assim como os outros acusados

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou 16 pessoas sob acusação de homicídio doloso duplamente qualificado —quando há intenção de cometer crime— pelo rompimento da barragem B1, no Córrego do Feijão, ocorrido no dia 25 de janeiro de 2019.

A denúncia por homicídio duplamente qualificado, segundo a promotoria, foi porque os crimes foram praticados por meio que resultou perigo comum, com número indeterminado de pessoas expostas ao risco de serem atingidas pela lama, e mediante recurso que impossibilitou ou dificultou a defesa das vítimas.

O desastre em Brumadinho (MG) deixou 270 mortos —259 já identificados e 11 ainda desaparecidos. Familiares das vítimas contam 272 mortes, incluindo dois bebês que ainda estavam nas barrigas das mães.

Entre os 16 denunciados está o ex-diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, além de outros funcionários da mineradora e da alemã Tüv Süd.

Para ler o conteúdo completo, ver: Promotoria de MG denuncia ex-presidente da Vale e mais 15 sob acusação de homicídio doloso em Brumadinho